sexta-feira, 8 de julho de 2011

Carta ao Pai.
                     (Ricardo Duque)

O cotidiano nos mostra que entre
O sonhar e o estar dormindo,
Somos o paradoxo entre eles.
Somos reais em estado onírico.
Dessa morte noturna dos sentidos.
Para a metáfora que implica o sonhar.
Enquanto durmo, ostracismo,
Deixo, esqueço por uns momentos, vida em relacionar
Para encontrar com lembranças vivas,
Dos que mortos estão,
Que no sonho vivo de perto,
A impressão de ver, sentir, olhar...
Puro sentido, saudade de quando...
Embora sonhando, por saudade encontrando,
A criança que dorme volta a acordar.
Abraçando no sonho, quem na vida esqueceu-se de amar!


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