Carta ao Pai.
(Ricardo Duque)
O cotidiano nos mostra que entre
O sonhar e o estar dormindo,
Somos o paradoxo entre eles.
Somos reais em estado onírico.
Dessa morte noturna dos sentidos.
Para a metáfora que implica o sonhar.
Enquanto durmo, ostracismo,
Deixo, esqueço por uns momentos, vida em relacionar
Para encontrar com lembranças vivas,
Dos que mortos estão,
Que no sonho vivo de perto,
A impressão de ver, sentir, olhar...
Puro sentido, saudade de quando...
Embora sonhando, por saudade encontrando,
A criança que dorme volta a acordar.
Abraçando no sonho, quem na vida esqueceu-se de amar!
Nenhum comentário:
Postar um comentário