Minha Mulher...
(Ricardo Duque)
Existe uma mulher, uma perola.
Cujas rijas tetas, amamentam fantasias...
Fecundando sonhos dentro do ventre.
Que com vida deixa ser o que se é, sempre!
Esta, que a pupila dilata quando sente.
As flores de sentimentos, bordados em seu vestido.
Primavera de amores quando nela vivo,
E gozo, salivando a boca molhada e quente...
Enquanto me deleito emaranhado em seu corpo.
Após convicto do transe à pele inundada,
Contigo mulher adultera, e por mim amada,
Que sai de mim para à boca de tantos outros.
-A Poesia!
03.09.08
(Ricardo Duque)
Existe uma mulher, uma perola.
Cujas rijas tetas, amamentam fantasias...
Fecundando sonhos dentro do ventre.
Que com vida deixa ser o que se é, sempre!
Esta, que a pupila dilata quando sente.
As flores de sentimentos, bordados em seu vestido.
Primavera de amores quando nela vivo,
E gozo, salivando a boca molhada e quente...
Enquanto me deleito emaranhado em seu corpo.
Após convicto do transe à pele inundada,
Contigo mulher adultera, e por mim amada,
Que sai de mim para à boca de tantos outros.
-A Poesia!
03.09.08
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